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quinta-feira, 26 de maio de 2011

“Então, não perca seu tempo comigo. Eu não sou um corpo que você achou na noite. Eu não sou uma boca que precisa ser beijada por outra qualquer. Eu não preciso do seu dinheiro. Muito menos do seu carro. Mas, talvez, eu precise dos seus braços fortes. Das suas mãos quentes. Do seu colo pra eu me deitar. Do seu conselho quando meu lado menina não souber o que fazer do meu futuro. Eu não vou te pedir nada. Não vou te cobrar aquilo que você não pode me dar. Mas uma coisa, eu exijo. Quando estiver comigo, seja todo você. Corpo e alma. Às vezes, mais alma. Às vezes, mais corpo. Mas, por favor, não me apareça pela metade. Não me venha com falsas promessas. Eu não me iludo com presentes caros. Não, eu não estou à venda. Eu não quero saber onde você mora. Desde que você saiba o caminho da minha casa. Eu não quero saber quanto você ganha. Quero saber se ganha o dia quando está comigo.” Caio Fernando Abreu

segunda-feira, 23 de maio de 2011

É Zé... não sinto nada, nadinha!

No domingo veio o Gustavo. Esse eu confesso que não é o que se pode chamar de irmãozinho, ainda que a gente já tenha tomado muitos banhos juntos. Mas olha, seu Zé, que menino mais fofo: veio me trazer um presente. Uma luminária super bonita, dessas de chão. Você não acha que ele mereceu aquele beijo que eu dei nele no elevador? Eu sei que o senhor viu, sei bem. E sei também que o senhor viu que não foi bem um beijinho inocente. Mas ele não merece? Um presente bacana desses, veja só! O senhor entende, né?
Na terça tava um silêncio danado na rua, a maior paz. E eu sei que acordei o senhor. O senhor tava lá dormindo escondidinho na guarita, não tava? E eu no interfone desesperada pra subir logo. Mas o senhor logo entendeu meu desespero, não foi? Não vou enganar o senhor não, pra esse eu dei mais do que um beijo safado no elevador e uma mordiscana irmã no braço. Pra esse eu dei banho e fiz até torrada no café da manhã. O senhor viu como ele era bonito? Nossa. Ah, o senhor reparou também que ele é bem mais novo do que eu? Caramba, seu Zé, mas tá tão na cara assim? Só porque ele usa o moletom da faculdade? Aliás, que moletom mais cheiroso, seu Zé. Que será que tá acontecendo comigo, heim? Ando muito a fim desses garotinhos que ligam pra avisar a mãe que não vão voltar. Será que é a crise dos 30, Zé? Ou será que já que o cérebro de um de 20 é o mesmo que o de um de 50, então pelo menos vamos ficar com o melhor desempenho na corrida dos 100 metros rasos? Essa vida viu, Zé. Pode ser boa que é uma coisa. Já chorei muito, já doeu muito esse coração. Mas agora tô, ó, tá vendo? De pedra. Uma tora. Um macho.
Na quarta eu não vi o senhor, mas será que o senhor me viu chegando cedinho, com o dia amanhecendo? Balada, Zé. E da boa. Sabe quem tava lá? Esse mesmo. Ele que veio me trazer, o senhor não viu? Ah, o senhor viu? Que vergonha. Eu tava meio caindo pelas beiradas não era? Era sono. Tá, um pouco disso e um pouco daquilo também, mas basicamente sono. O senhor não viu ele indo embora? Então somos dois. Mas vou confessar pro senhor: adoro quando eles vão embora sem me dar nenhum trabalho.
Se eu cobro? Que é isso, seu Zé! Tá louco? Sou menina de família! Escritora, publicitária e a espera de um grande amor. Mas to me divertindo, ué. Não é isso que mandam a gente fazer? Quando a gente chora e escreve aquele monte de poesia profunda. Quando a gente se apaixona e tudo mais e enche o saco dos amigos com aquela melação toda. Não fica todo mundo dizendo pra gente parar de tanto drama e se divertir? Poxa, to só obedecendo todo mundo. 
Não é isso que todo mundo acha super divertido? Beber e fumar, e beber, e fazer sexo sem amor, e beber e fumar e dançar e chegar tarde e envelhecer e não sentir nada? Sabe Zé, no começo doeu não sentir nada. Mas eu consegui. Eu não sinto nada. Nada. Uns vem, uns vão. As garrafas tão lá, ao lado do lixo. As cinzas saem dançando por aí. As minhas vão junto. No dia seguinte eu acordo, tomo um banho, passo protetor solar, sento na minha varanda com o meu jornalzinho e ó: nada. Nadinha. Nem pena do mundo eu consigo mais sentir. Minha pureza era linda, Zé, mas ninguém entendia ela, ninguém acolhia ela. Todo mundo só abusava dela. Agora ninguém mais abusa da minha alma pelo simples fato de que eu não tenho mais alma nenhuma. Já era, Zé. É isso que chamam de ser esperto? Nossa, então eu sou uma ninja. Bate aqui no meu peito, Zé? Sentiu o barulho de granito? Quebrou o braço, Zé? Desculpa.
Mas hoje é quinta, hoje tem visita. Hoje tem risada alta, tem festinha, tem maquiagem e música. O senhor promete que não me julga, Zé? Eu sei que você se atrapalha, liga aqui pra cima e fica até mudo. São tantos nomes, não é? Mas é só fazer que nem eu: chama todo mundo de “o outro”. Todos são outros. Porque o de verdade, Zé, o de verdade não existe. A gente chora, escreve lá umas poesias profundas, chora, mas um dia a gente acorda e descobre que esse aí não existe não. 
Amanhã é sexta, um novo dia. Um novo outro qualquer. Eu queria te dizer que eu sinto muito, Zé. Mas eu não posso te dizer isso porque a verdade é que eu não sinto mais nada. Nadinha, Zé.

Afinal, não era isso que vocês queriam?



Escrever aqui não é fácil. Pra ninguém. Às vezes requer um esforço enorme, botar o dedo na garganta e vomitar tudo isso que fica entalado dentro do nosso peito. O peito tá apertado porque já não tem mais a quem gritar. Há um único homem, bravo e destemido que ainda me escuta. E todos os outros que eram os melhores se foram. Porque ficariam? Pra me decepcionar mais? Não, obrigado. Tenho meu batalhão de marujos que só precisam ver os meus risos. Minhas lágrimas guardo pra eu mesma. Afinal, quem melhor para enxugá-las? Vocês todos não gostaram de me estapear a cara? Olha só. Ainda estou de pé. Sinto muito. Choro porque apesar de tudo ainda não sou de ferro. Mas, meu coração é de pedra. Concreto. A culpa é de vocês, não minha. Choro, mas, choro uma vez ao ano, quando a vadia da saudade volta ao meu lar. Esmurro-a e logo depois ela se vai, então, estou sem mais problemas. Dos maiores, já resolvi. Dos pequenos, nem olho. E dos problemas, que ainda sim me machucam, deixo-me chorar e depois levanto, sigo em frente, afinal, não era isso que vocês queriam?

sábado, 7 de maio de 2011

A vida é muito curta, então quebre as regras, perdoe rapidamente, beije lentamente, ame de verdade e ria descontroladamente.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Estou ignorando tanta coisa, fingindo não ver, não sentir.
Desculpa, aprendi a preencher os espaços vazios sozinha.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Saia Plissada, manual de instruções

A saia plissada é algo muito feminino. Qualquer mulher que gosta mesmo de saia (não sou uma delas, é bonito nos outros, não em mim) se sentem realmente poderosas com uma plissada.
Essa saia tem como qualidade alongar a silhueta, então, muitos tipos de corpos ficam bons com ela.
Ela tem que ter um tecido mais levinho como seda, chiffon, cetim... já que o plissado dá volume a saia.
Formatos dessa saia lembram um estilo colegial principalmente, se forem de estampa xadrez.
Onde você pode ver esse tipo de saia é no uniforme da primeira temporada de Gossip Girl.
Uma boa dica de uso dela é combiná-la com blazers, cardigãs, uma jaquetinha... fica lindo.

Mas, se você prefere um jeito mais despojado indico usar com uma camisetinha com uma estampa a sua escolha (pode usar por dentro ou por fora da saia).
E para calçar use sapatilhas, scarpins, botas e na minha opinião, um oxford ficará perfeito.
Não esqueça uma meia-calça.

domingo, 1 de maio de 2011

Sam Tsui's Mashup - Firework + Grenade +Dynamite




(Fireworks)
Do you ever feel like a plastic bag
Floating through the wind
Wanting to start again

Do you ever feel, feel so paper thin
Like a house of cards
One blow from caving in
Do you ever feel already buried deep
Six feet under scream
But no one seems to hear a thing

Do you know that there's still a chance for you
Cause there's a spark in you

You just gotta ignite, the light
And let it shine
Just own the night
Like the Fourth of July

(Grenade)
Easy come, easy go
That’s the way you live, oh
Take, take, take it all, 
But you never give
I should've known you was trouble from the first kiss 
Had your eyes wide open -
Why were they open?
I gave you all I had
And you tossed it in the trash
You tossed it in the trash, you did
To give me all your love is all I ever asked, Cause what you don’t understand is
I would catch a grenade for ya, 
Throw my hand on a blade for ya
 (Fireworks)
Make 'em go "Oh, oh, oh!"
As you shoot across the sky-y-y

Baby you're a firework
Come on let your colors burst
Make 'em go "Oh, oh, oh!"
Gonna leave them going "Oh, oh, oh!"

(Grenade)
I would go through all this pain, Take a bullet straight through my brain,
I would die for ya baby ; But you won’t do the same
 You won’t do the same....

(Dynamite)
Cause we gon' rock this club
We gon' go all night
We gon' light it up
Like it's dynamite!
 And I told you once
Now I told you twice
We gon' light it up

Oh.....

 (Fireworks)
Cause baby you're a firework
Come on let your colors burst
 (Grenade)
I would catch a grenade for ya, 
Throw my hand on a blade for ya, oh,
I would catch a grenade for ya-a-a, 
Woah... oh...

(Fireworks)
Boom, boom, boom
Even brighter than the moon, moon, moon, yeah
 (Grenade)
 I would go through all this pain, Take a bullet straight through my brain,
I would die for ya baby

 (Fireworks)
Cause baby you're a firework
Come on let your colors burst