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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

irmandade


Estamos aqui. Um ano. E eu ainda olho pra você e me surpreendo com tantos gestos, tantas ações. Ações bobas como me fazer rir, ou grandiosas como me deixar bem enquanto ninguém deixa. Um ano que começou de formas intensas e carnais. Um ano que termina de formas afetuosas e carinhosas. Meu melhor amigo, meu irmão. Ele faz tanta besteira mas, sempre, sempre sabe que tá indo no caminho certo e uma hora você chega lá. Quem sabe. E eu serei como teu gps, serei como teu cobertor, serei o que precisar, o que pedir. Porque eu nunca gostei de te ver com os olhinhos cheios de lágrimas. Nunca gostei de te ver correndo pra ninguém ver a dor no seu rosto. Nunca.
Eu queria só por uma, por uma dia, uma guria que mudasse tudo, e te fizesse feliz de verdade. Que você pudesse amá-lo e ela te amaria em troca. Mas, enquanto isso não vem, você pode chegar aqui em casa pra gente tocar nosso violão, cantar a nossa música e beber nossa Coca-Cola. Meu melhor amigo, meu irmão, minha vida.

Jessica Torres

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