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terça-feira, 27 de abril de 2010

Tardes vazias? jamais.

Alô? Oi, é você. Se eu vou fazer alguma coisa a tarde? Claro que não, parece que não me conhece. Tá, que horas? A de sempre não é? Ri. Tá, eu chego antes de tu sair, beijos. Chegando lá, um monte de gente bonita, feia, besta, simpática, mal humorada, e com roupas iguais, afinal isso é uma escola. Lá vem ela. Dá um sorriso e em seguida em abraço. Pronto. Vamos pra onde? Pra onde você quer ir? Centro? Estúdio? Shopping? Bater as canetas, pra não chamar de pernas? Vamos lá, tornar essa minha cor de doce de leite em açúcar queimado. Como andam as coisas? Sempre bem? A minha? Daquele jeito que eu te falei ontem, lembra? Pois é, o mesmo problema, a mesma tecla, os relacionamentos conturbados. Olha aquele. Olha aquela. Namorada de quem? Serio? Poxa, mundo pequeno esse. De quem é a mensagem que chegou? Vixi, o que diz? Deixa, deixa assim. Vamos comer alguma coisa? Sem fome? Sempre né? Tem um sofázinho lá em cima, bô? Senta a e. Pêra, vou tirar uma foto. Pronta. Ficou boa, ela e mais uns 15 efeitos do meu photoscape fica perfeição. Cinema pode ser. Que horas? Tá, eu venho. E ele? Vai nos matar num acha não? É, eu também num ligo muito não, mas borá. Já deu a hora? Fim de tarde né? Vamos? Tá, tenho que andar tudo isso ainda? Tá ta, borá. Posso te confessar uma coisa? Sim. Tardes vazias jamais.





millin albuquerque'

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